Se você tem um celular antigo, o popular “tijolão”, que não usa desde a virada do século, mas ainda está indeciso se o transforma em peça de museu ou usa para participar do Campeonato de Arremesso de Celular, aqui vai um dica bacana: há 3 anos, a Nokia promove coletas em mais de 5 mil pontos espalhados pelo mundo para ajudar a reciclar aparelhos antigos ou fora de uso, independente da marca.

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Hoje, qualquer pessoa tem celular

A única coisa que você precisa fazer é encontrar o Nokia Care Point mais próximo, entregar sua quimquilharia (aparelhos, carregadores e acessórios) e deixar que eles encaminhem para uma empresa local de reciclagem aprovada pela companhia.

Depois de reciclados, os celulares podem se transformar em diversas outras coisas. Entre 60% a 85% dos componentes podem virar matéria-prima para novas baterias, peças automotivas, tecidos sintéticos e até joias, por exemplo. O que sobra pode ser utilizado de outras formas para a geração de energia, com a incineração controlada.

Uma pesquisa realizada pela empresa, em 13 países, revela que apenas 3% das pessoas reciclam seus celulares antigos – no Brasil, esse número cai para 2%. Ainda segundo o levantamento, a maioria destina os celulares à gaveta e quase metade não sabe que é possível reaproveitá-los. Só para ter uma ideia, segundo a Anatel, em maio deste ano, o Brasil tinha 157,7 milhões de aparelhos móveis, um número equivalente a 82% da população nacional estimada.

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Cuidado! Celulares-zumbis querem seu cérebro!

A Motorola disponibiliza um serviço semelhante. Para mais informações, basta acessar o site do Ecomoto. Entre as operadoras, a Vivo também possui um programa de coleta em suas lojas.

Lixo Eletrônico

De acordo com o CEMPRE, o lixo eletrônico já representa 5% dos detritos gerados pela população mundial – por ano, são 50 milhões de toneladas. Para entender mais sobre essa ameaça ambiental, recomendo a leitura do manual que a Umicore preparou. Tem apenas 12 páginas, mas é bastante elucidante.

Imagens por heskettk e tomfbh