O Google Wave surgiu em março deste ano com a promessa de disponibilizar, em um único espaço, vários serviços de comunicação, como e-mail, chat, wiki e redes sociais. Porém, 3 meses após a abertura oficial da plataforma, para desenvolvedores e usuários convidados, o Wave ainda confunde muita gente.

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Poucos dos que receberam convites diretamente do Google – eu recebi em 15 de agosto, justo com a primeira leva de desenvolvedores – ou, posteriormente, através de usuários já cadastrados, usam mais que algumas vezes ou encontraram um diferencial para a ferramenta. Sem falar nas constantes reclamações sobre a interface ser muito pesada, exigir muito processamento, memória e, com isso, causar travamentos.
A ideia do Google Wave não é nova, eu mesmo já testei outras ferramentas parecidas e garanto que será de grande utilidade para quem precisa fazer, por exemplo, reuniões à distância com grupos de trabalho. O grande problema é a pequena quantidade de usuários já registrados, o que torna o serviço um tanto inútil, já que quem te interessa pode ainda não estar lá.
Além das tarefas citadas acima, com a disponibilização da APi Pública, desenvolvedores poderão criar aplicativos que darão muito mais versatilidade e poder à ferramenta. Já é possível, por exemplo, jogar Sodoku com seus amigos, atualizar o Twitter com o Wave ou usar a ferramenta sem precisar do navegador.
Enquanto o Wave não se populariza e mostra ao que veio, é bom entender como este serviço pode ser útil em breve. Eu recomendo que assista a matéria produzida pelo Olhar Digital e o “Guia de Funções Básicas”, publicada no blog Guia do Google Wave.
Imagem via @dumpa

Eu quero um Google Wave, mas falam que não serve para nada…
Resposta:
Augusto Mello, ainda é cedo para dizer isso. O Google Wave ainda está apenas começando.